sexta-feira, 29 de junho de 2012

Prévia: Medal of Honor: Warfighter

    

“Medal of Honor: Warfighter” chega com a missão de dar continuidade ao último jogo da série, “Medal of Honor”, que em 2010 desembarcou da Segunda Guerra Mundial para se dedicar aos conflitos modernos e fazer frente à série rival “Call of Duty”. Mas se na época do game anterior o Afeganistão era o grande bicho papão dos EUA, de lá pra cá o terrorismo internacional perdeu sua face mais reconhecível com a morte de Bin Laden e o clima de exaltação patriótica norte-americana já não é tão unânime.

Motor de "Battlefield 3"


“Medal of Honor” usou uma combinação de dois motores gráficos, uma versão modificada da Unreal Engine para a campanha solo e o motor Frostbyte de “Battlefield: Bad Company” para o multiplayer. Já “Warfighter” é movido pela tecnologia do motor Frostbyte 2.0 de “Battlefield 3” para criar cenários realistas, estruturas que podem ser destruídas, efeitos avançados de fumaça e de partículas.
Sorte dos games - e azar do planeta - o que não falta é conflitos regionais modernos. E é usando essas diversas zonas de confrontos locais que a EA pretende expandir o campo de ação da série, reunindo algumas das maiores forças de elite do planeta em pontos quentes reais pelo globo.
O grupo de elite Tier 1 estará de volta em “Warfighter” – inclusive com integrantes reais da unidade atuando como conselheiros e produtores do game. Agora, no entanto, o jogador poderá encarnar operativos de unidades como a SAS (britânica), Spetsnaz (russa), SASR (australiana), KSK (alemã), SEAL (americanos) e Grom (polonesa); contabilizando 12 no total.

Medal of Honor: Warfighter

 “Trabalhando pertodos membros do Tier 1 notamos que eles sempre falavam bem de outras forças que encontraram em campo,” disse o diretor criativo Kristoffer Bergqvist. “Nós percebemos a natureza competitiva entre essas forças e decidimos levar esse confronto ao jogo. Colocar todas essas forças umas contra as outras para decidir qual é a melhor”.
Com a maior variedade de “Warfighter”, a EA planeja aumentar o apelo da série junto ao público internacional, para que pessoas de seus diversos países se identifiquem com seus próprios heróis, em seus próprios conflitos. Os desenvolvedores falaram que planejam incluir outras unidades militares com o tempo e confessaram que têm o BOPE alto na lista de possibilidades.
Conflitos pessoais
Em contraponto à ação cinematográfica do rival “Call of Duty”, “Warfighter” aposta em basear as missões na experiência legítima de ser um soldado de elite. A história se foca em dois integrantes dos SEALs, Mother e Preacher, que já estavam presentes em “Medal of Honor”. Mais do que retratá-los como uma versão moderna de Rambo e Chuck Norris, o jogo pretende mostrá-los como soldados reais, inclusive revelando o conflito familiar com suas famílias nos EUA devido às longas ausências durante as campanhas.
“Cada missão do jogo é baseada ou em um evento que aconteceu ou em um conflito verdadeiro”, falou o produtor executivo Greg Goodrich. “O roteiro foi escrito por dois soldados do Tier 1 sobre suas experiências reais em combate” (vide box abaixo).

A vida imita os games



O produtor executivo Greg Goodrich exemplifica como a experiência dos consultores entrou em "Warfighter". "Em 2009, o Capitão Richard Philips foi capturado por piratas somalienses. Por sorte os SEALs estavam próximos e resolveram a situação com três tiros de cabeça simultâneos, e nós recriamos esse evento no jogo" contou. "Então pensamos, e se no dia seguinte um esquadrão inteiro do Tier 1 acabasse de vez com o problema dos piratas. Essa é a missão na Somália que você encontra no jogo."
Duas localidades foram confirmadas até o momento: um resgate de reféns nas Filipinas e o ataque a um enclave pirata na costa da Somália - essa segunda missão foi mostrada em mais detalhes durante a E3 2012.
No trecho revelado, os soldados invadiram por mar uma estrutura em ruínas, mostrando os belos gráficos do jogo e a importância do uso inteligente de cobertura na série ao invés de sair correndo e atirando como em muitos shooters. Ao se deparar com uma porta fechada, a demo mostrou uma nova função na campanha de “Warfighter”, o Dynamic Door Breach.
Ela permite que o jogador escolha como derrubar uma porta, seja dando tiros, usando explosivos ou abrir em silêncio. Mais adiante, o jogador solicitou um bombardeio marcando com laser uma estrutura à distância e derrubando-a. Por fim, foi mostrado o uso de um pequeno robô guiado por controle remoto, que vasculhou espaços estreitos e despachou diversos oponentes antes de ser destruído.


Multiplayer


A ação multijogador é o que dá longevidade em um shooter, e “Warfighter” aposta suas fichas no que chama de modo “Global Warfighter”. As diferenças entre as facções do game não serão apenas cosméticas, mas refletirão as táticas reais de cada unidade militar. Por exemplo, os GROM poloneses são um grupo de assalto mais tradicional, enquanto os velozes OGA norte-americanos carregam metralhadoras mais leves e apostam na velocidade e furtividade.
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Fonte: Uol Jogos
        

Assassin’s Creed: Revelations ANÁLISE.


Constantinopla, 1511. A cidade, localizada exatamente na divisa entre Europa e Ásia, vive um período intenso. A expansão marítima iniciada pelos grandes impérios cristãos fez com que a cidade se transformasse no centro do mundo. Por ligar Ocidente e Oriente, as ruas estreitas estão sempre repletas de mercadores, viajantes, soldados e curiosos que desejam apenas conhecer outras culturas. Porém, o que os olhos da maioria dos transeuntes não percebem é que, no meio dessa bagunça, templários e assassinos travam um confronto secular.
É exatamente nesse contexto histórico agitado que iniciamos nossa jornada em Assassin's Creed: Revelations, o mais recente capítulo da franquia. Dando continuidade aos acontecimentos de Brotherhood, encontramos um Ezio Auditore mais velho e experiente iniciando sua jornada pelo coração do Império Bizantino em busca do conhecimento de seu antepassado: o lendário Altaïr.

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Porém, mais do que explicar detalhes até então não respondidos, o novo game da Ubisoft mostra uma evolução consistente em uma de suas principais séries, adicionando elementos que renovam a jogabilidade e mostram que, mesmo com o peso da idade estampado em seu rosto, o assassino retorna em sua melhor forma.

Aprovado

Três destinos, um mesmo gene
Assim como acontece com seus antecessores, o grande ponto de Assassin’s Creed: Revelations é seu enredo complexo e repleto de detalhes que mistura realidade histórica com ficção. No novo game, a desenvolvedora foi além e trouxe os três protagonistas da franquia para fechar todos os pontos que permaneciam sem respostas.
O mais interessante é que cada personagem parte de uma motivação própria, fazendo com que seus interesses caminhem para uma conclusão em comum. Com Altaïr, por exemplo, temos um retorno ao século XII que ajuda a explicar as ações de Ezio em 1511 em Constantinopla, o qual segue na trilha de seu antepassado para encontrar as chaves de sua biblioteca secreta. Enquanto isso, Desmond permanece preso na Animus juntamente com o Subject 16, que agora mostra seu rosto.

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Novas armas

Mais do que acompanhar os passos de seu ancestral, a chegada de Ezio a Constantinopla também faz com que o assassino conheça algumas tecnologias trazidas diretamente do Oriente. É o caso da lâmina bico de águia, que amplia o já extenso arsenal do assassino.
Como pôde ser visto nos vários trailers divulgados até agora, o novo equipamento aumenta a versatilidade do personagem na hora de explorar a cidade. Isso porque, além de ajudá-lo durante os combates, o acessório pode ser usado no ambiente, seja para auxiliar em uma escalada ou para realizar uma tirolesa, agilizando sua movimentação entre dois prédios.

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Além disso, as tão comentadas bombas também fazem sua estreia em Assassin’s Creed: Revelations. A adição desse tipo de armamento torna os combates mais estratégicos, já que você deve analisar a situação para saber qual é a melhor saída. Você pode tanto arremessar uma pequena granada medieval que mata todos ao seu alcance quanto usar uma bomba específica para chamar a atenção dos soldados para que você passe despercebido por eles.
O mais divertido é que você pode montar seu explosivo a partir de materiais espalhados por toda Constantinopla. À medida que esses itens são coletados, novos tipos de efeitos são liberados, o que amplia seu leque de possibilidades.
Bem-vindo a Constantinopla
Assim como Roma era o centro das atenções em Assassin’s Creed: Brotherhood, Constantinopla é quem rouba a cena em Revelations. A Ubisoft se preocupou em recriar a cidade que divide o mundo de modo que há uma infinidade de elementos históricos e culturais para chamar sua atenção.

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Além disso, a melhoria gráfica também ajuda a deixar tudo mais interessante. Não se trata de um salto técnico significativo, mas é o suficiente para tornar tudo bem mais bonito. O nível de texturas aumentou consideravelmente e temos uma quantidade maior de pequenos elementos compondo a vestimenta do herói ou ornamentando as construções.
Mata um, mata geral
Dando sequência à maior novidade de Brotherhood, Assassin’s Creed: Revelations traz um modo multiplayer ainda mais refinado e completo. Enquanto a mecânica permanece a mesma, a Ubisoft adicionou novas modalidades e estilos para tornar o game mais dinâmico e divertido.

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Nesse ponto, o que se destaca é a liberdade de customizar seu personagem. Ao contrário do que acontecia em seu antecessor, o título permite que você altere o visual e o estilo do templário, algo feito a partir de seu desempenho nas partidas. Sua pontuação é convertida nos chamados Abstergo Points, que são usados para desbloquear acessórios e armas exclusivas.
Novos modos também foram adicionados, como o Artifact Assault, que funciona como um clássico pique-bandeira em que você deve invadir o território inimigo e furtar seu emblema. Já o Deathmatch coloca os jogadores em uma arena sem qualquer tipo de bússola para indicar a posição do alvo.

Reprovado

Quebra de ritmo
Confiando na popularidade do game, a Ubisoft decidiu inserir novos gêneros dentro da clássica mecânica da série. Porém, o que poderia ser algo muito bom se mostra como uma das partes mais chatas de todo o jogo.

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Em determinados pontos da campanha, você deve defender os esconderijos de sua guilda dos ataques templários, entrando no bom e velho Tower Defense. É preciso posicionar assassinos nas construções ao redor para impedir o avanço inimigo, o que funciona bem no início, mas se torna extremamente cansativo em pouco tempo. Os momentos em primeira pessoa pelas memórias de Desmond são ainda piores, já que a falta de ação e a inexistência de um referencial tornam o passeio pelo interior da Animus a pior tortura que alguém poderia ter. Isso tudo quebra o ritmo e atrapalha a diversão final.
Outros deslizes
Apesar de trazer melhorias significativas em relação aos jogos anteriores, Assassin’s Creed: Revelations ainda mantém vários problemas antigos. É o caso da demorar para carregar muitas das cenas, obrigando o jogador a encarar uma tela preta por vários segundos. No modo multiplayer, isso é ainda mais acentuado, principalmente enquanto você tenta encontrar partidas.
Além disso, o excesso de detalhes deixa os momentos de mais ação muito pesados, fazendo com que o desempenho caia consideravelmente. Quedas na quantidade de quadros por segundo e o chamado screen tearing são comuns.

Vale a pena?

Img_normalA saga de Ezio Auditore não poderia acabar de outra forma. Aprimorando diversos aspectos que já eram bons, a Ubisoft conseguiu trazer um dos melhores títulos da franquia. Os novos equipamentos dão ritmo à jogabilidade, e a trama continua tão envolvente quanto antes, prendendo o jogador por várias horas no universo complexo por trás dos eventos históricos.
É claro que nem tudo é perfeito, pois Assassin’s Creed: Revelations ainda traz alguns dos erros do passado, além de pequenos problemas inéditos que o deixam longe de rivalizar com os grandes títulos que saíram este ano. Contudo, mesmo com os deslizes, a desenvolvedora conseguiu concluir essa etapa da série com sucesso, além de consolidar a imagem de seus heróis.

E lembre-se: “Nada é verdadeiro. Tudo é permitido”.

Rumor: Zipper Interactive estava produzindo jogo para PS4 antes de ser dissolvida


Enquanto Sony e Microsoft não oficializam o anúncio da nova geração de consoles, os rumores sobre os sucessores do PlayStation 3 e Xbox 360 continuam. Desta vez, no entanto, os boatos parecem muito mais verdadeiros, já que temos informações de alguns estúdios.
De acordo com o misterioso Superannuation — um colaborador do site Kotaku famoso por liberar informações antes da hora, como a revelação de Far Cry 3 e Borderlands 2 —, o currículo de Jeremy Dunham, ex-funcionário da Zipper Interactive, afirma que a desenvolvedora estava trabalhando em um game para o PS4 antes de seu fechamento.
O título em questão ainda não havia sido anunciado, mas, conforme pode ser percebido pela descrição feita por Dunham, tratava-se de um shooter com foco no multiplayer. Com a dissolução do estúdio, dificilmente descobriremos do que se trata.
Contudo, Superannuation também levanta outra possibilidade: o currículo afirmava que esse projeto estava sendo desenvolvido para uma “plataforma não anunciada”. No entanto, essa definição é ambígua e pode tanto se referir a um console ainda não apresentado ou as plataformas do game ainda não tinham sido reveladas.

Fonte: Kotaku

Hori lança tela LCD de alta definição para acoplar ao PlayStation 3


Fonte: Divulgação/Hori

A Hori anunciou uma nova versão do HD LCD Monitor 3. Com lançamento programado para o dia 26 de julho, o produto trará conexões HDMI e de áudio digital — substituindo o antigo padrão do cabo AV multi. O display de 11,6 polegadas tem resolução de 1366x768 pixels — ideal para rodar a maioria dos títulos do PlayStation 3.
O HD LCD Monitor 3 é um artigo de luxo, pois não possibilita transformar o console em um portátil, visto que ainda é necessário conectar o aparelho a uma tomada. Ele é ideal para levar em viagens ou para desocupar a televisão quando outros a desejam utilizar. A tela compacta da Hori custará US$ 330, mas não há informações sobre um possível lançamento no Brasil.

Fontes: Destructoid, Andriasan

Mais de 30 mil jogadores já foram banidos de Combat Arms

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Desde abril, quando a Level Up! introduziu um novo sistema de identificação de trapaceiros em Combat Arms, mais de 30 mil jogadores foram banidos. As novas medidas de segurança em vigor têm, como principal aliado, o Black Cipher, um software que identifica e bloqueia automaticamente todos os jogadores que estiverem fazendo uso de aplicativos ilegais.
Todo o trabalho foi realizado em parceria com a desenvolvedora Nexon e tem como objetivo manter a igualdade das partidas online. O sistema é atualizado constantemente, de forma a se manter sempre páreo às novas táticas dos cheaters.

Fonte: UOL Jogos.

Medal of Honor: Warfighter terá versão para Nintendo 3DS

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Não se sabe ainda se é um erro ou uma confirmação precoce. O site da revista GameInformer listou o Nintendo 3DS entre as plataformas que receberão Medal of Honor: Warfighter, o próximo jogo de tiro em primeira pessoa da EA. Por enquanto, a distribuidora confirmou oficialmente apenas o lançamento de versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.
Não seria a primeira vez que a revista americana comete um erro desse tipo. Recentemente, a GameInformer listou Tomb Raider com lançamento para o Wii U. Todos sabem, porém, que a publicação também tem tradição em revelar informações exclusivas.

Fonte: GameInformer

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Gears of War 3

Capricho na história e na ação!

Finalmente, o capítulo que conclui a saga Gears of War está chegando ao Xbox 360. E, ao que tudo indica, o terceiro game de uma das franquias exclusivas mais importantes do console da Microsoft vai dar muito que falar. Durante a gamescom deste ano, a empresa soltou ainda mais informações sobre o título, incluindo detalhes sobre o modo cooperativo para quatro pessoas e novidades da jogabilidade. Confira.Épico é pouco
Antes de qualquer coisa, vale a pena mencionar que quem cuida da história é ninguém menos que Karen Traviss, o autor responsável pelas novelas de Gears of War. Ao lado de Cliff Bleszinski, o escritor concebeu uma trama com muito mais profundidade, dando valor a cada personalidade presente no game.
E, como muitos já devem saber, Gears terá uma campanha compatível com modo cooperativo para quatro jogadores. Sendo assim, teremos quatro personagens participando não somente dos combates, mas também dos momentos dramáticos do game, algo que deve render cenas totalmente épicas e bem diferentes do que estamos habituados. Sem dúvidas, a trama é um dos pilares principais de Gears of War 3.



Mas do que exatamente trata o terceiro jogo? Bem, sem mandar qualquer spoiler significativo, podemos dizer que, aqui, ainda temos muitas perguntas sem respostas. O título se passa quase dois anos após os eventos do segundo game, em que dúvida sobre o paradeiro do pai de Marcus Fenix volta a assombrar o soldado.
Tiroteio para todo lado!
Agora, os Gears vivem em uma espécie de porta-aviões aéreo, que também é um grande alvo para os oponentes. Durante a exibição da gamescom, a aeronave acaba sendo atacada por um gigantesco Leviathan e a situação se torna ainda pior quando os Lambents passam a invadir o lar dos Gears, causando explosões com seus próprios corpos.
Tudo isso pode se tornar mais complicado caso o jogador opte pela dificuldade hardcore, que deve realmente oferecer um desafio intenso, mas é totalmente adequada para quem já conhece o game. Uma boa dica para facilitar sua vida é economizar munição e ficar sempre atento aos cantos, destruindo objetos para adquirir caixas com algumas balas para seus rifles.

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Quanto aos inimigos, além dos Lambents, o jogador também encontrará criaturas que possuem tentáculos e lançam esferas de emulsão ao jogador. Para aniquilá-las, é necessário atingir o ponto fraco, localizado no peito. E fique atento, pois essas criaturas podem ir atrás de um COG mesmo que tenham perdido, literalmente, a cabeça.
Durante as batalhas, os jogadores, normalmente, terão bastante espaço para aplicar diversas estratégias diferentes. Como estamos falando de quatro soldados em ação, então é natural que os conflitos contem com um formato semelhante a grandes arenas, algo que torna a experiência ainda mais interessante.
Fora o modo cooperativo online, o título também terá uma espécie de “competição cooperativa”, na qual os jogadores se ajudam, mas também lutam para ver quem arrecada mais pontos. Além disso, teremos servidores dedicados para os modos competitivos, o que, com certeza, vai agradar muitos jogadores.
Gears of War 3 tem tudo para ser um dos grandes jogos deste ano. O modo cooperativo para quatro pessoas e a narrativa poderosa são apenas alguns motivos para você ficar de olho nesta obra. O game chega às lojas no dia 20 de setembro, exclusivamente para Xbox 360. Fique ligado aqui no Baixaki Jogos para mais informações.