domingo, 1 de julho de 2012

Devil May Cry D.M.C

Desde seu anúncio na Tokyo Game Show 2010, DmC: Devil May Cry é visto com receio pelos fãs da demoníaca franquia da Capcom. Afinal, como não temer o reinício de uma série tão recente, as mudanças significativas no visual do herói ou a nova origem dada ao personagem Dante? Embora o título ainda nem tenha uma data de lançamento confirmada, muita gente já prevê um possível fracasso. Mas a pergunta é: por quê?
Deixando de lado o novo corte de cabelo do protagonista, o que mais poderia comprometer o sucesso do game? Durante o Captivate 2012, evento fechado realizado pela produtora japonesa no início do mês, alguns sites internacionais puderam conferir uma rápida demonstração do título e perceberam que o bom e velho Devil May Cry ainda existe e que não há nada com o que se preocupar.

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O novo Dante é igual ao antigo

Embora muita gente — incluindo nós — tenha criticado a polêmica cena de nudez liberada no último trailer, o produtor de DmC, Tameem Antoniades, explica que há uma metáfora por trás daquilo. Em entrevista ao site GameSpot, ele diz que a ideia que a desenvolvedora quer passar é a de que, mesmo estando diante de um personagem “novo”, ainda se trata do velho Dante. Mostrar o herói se vestindo em meio à luta foi a forma encontrada para mostrar que, apesar da mudança radical em sua aparência, a essência permanece a mesma.
Para a felicidade geral da nação, as coisas realmente parecem ser assim. Ignorando essa modificação, todo o resto faz com que DmC: Devil May Cry não seja tão diferente dos jogos anteriores, sobretudo no que diz respeito à jogabilidade. O estilo rápido e dinâmico dos combates ainda existe e promete
ser tão empolgante quanto nos games originais.

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O pessoal do site 1UP conferiu a demonstração liberada no Captivate e garante que, em termos de jogabilidade, os fãs não têm do que reclamar. O foco das lutas continua nos combos, com a diferença de que o principal elemento não é a velocidade com que você aperta os botões, mas o timing exato para cada ação. Segundo eles, com o ritmo certo, os ataques de Dante se tornam mais poderosos, extensos e impressionantes.
Como já havia sido apresentado anteriormente, algumas características dos jogos anteriores permanecem, como as clássicas pistolas — embora ainda não saibamos se serão Ebony e Ivory — e a icônica espada. A diferença é que, além desse poderoso trio, o personagem conta com a ajuda de armas especiais.

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Por ser um misto de anjo e demônio, ele consegue utilizar alguns poderes referentes a essa ascendência mestiça para modificar as características de sua lâmina. Ao invocar seu lado demoníaco, por exemplo, a espada se transforma em uma espécie de machado em chamas que faz com que os ataques de Dante fiquem ainda mais poderosos e destrutivos. Já a foice celestial atua tanto em golpes de área quanto para trazer inimigos distantes para perto.
Como apontado pelo GameSpot, o grande diferencial de DmC: Devil May Cry está no fato de os jogadores poderem fazer a transição entre esses diferentes tipos de armas com apenas um botão. Os equipamentos etéreos são ativados com os gatilhos do controle, o que facilita sua utilização em combos e a criação de diferentes combinações.

O Limbo é aqui

Já não é segredo para ninguém que a trama irá colocar nossa realidade em confronto com o Limbo, o mundo dos demônios. No entanto, o Captivate 2012 serviu para mostrar que Dante exerce um papel muito maior do que um simples espectador desse circo dos horrores.

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Como pôde ser visto no trailer, a união entre esses dois mundos parece ir além daquilo que acontecia nos jogos anteriores. Desta vez, os estranhos acontecimentos envolvendo a colisão dos dois mundos irão gerar resultados também aos olhos dos humanos, que verão estranhos fenômenos acontecendo sem qualquer explicação lógica.
É por isso que, em DmC: Devil May Cry, Dante será visto como uma espécie de terrorista, já que ele sempre está presente quando algo bizarro acontece. Como ninguém é capaz de enxergar os demônios destruidores de rodas-gigantes, é natural que ele seja responsabilizado por toda a bagunça. Ainda que seja um pouco cedo para dizer qualquer coisa sobre o enredo, é possível que essa nova abordagem consiga renovar a trama de forma a deixar tudo muito mais interessante.
Além disso, a existência do Limbo como uma realidade paralela à nossa é outra adição muito bem-vinda à série. Isso porque, segundo o site 1UP, as mudanças constantes que isso traz ao cenário fazem com que tenhamos uma transformação da jogabilidade como não acontecia anteriormente. Isso significa que o jogador não terá apenas de avançar de forma linear de um inimigo a outro, mas explorar muito bem as essas anomalias para acabar com os adversários.

As maiores gatas da E3

Fonte das Imagens Baixaki jogos

 Dentro dos pavilhões a história também não é muito diferente. O principal exemplo é a Namco Bandai, que dá um nocaute nos visitantes com a combinação de carros importados, mulheres turbinadas e campeonatos de Tekken. Só faltaram as explosões, não é mesmo?

Então sente-se, relaxe e aproveite a nossa galeria com algumas das melhores atrações da E3 2012!











Xbox SmartGlass, a verdadeira pedra no caminho da Nintendo



A Nintendo veio à E3 com o Wii U, o video game que aposta no controle em forma de tablet para libertar, até certo ponto, o jogador da televisão. Mas o que poderia atrapalhar os planos da empresa? A resposta é a tecnologia SmartGlass, que surgiu tímida aqui nos corredores da Microsoft na feira em Los Angeles. Fomos fazer o teste.
Para quem não acompanhou as novidades, o SmartGlass é um conjunto. O centro é o aplicativo para smartphones e tablets, que se conecta diretamente ao Xbox 360. Por meio dele os aparelhos trocam informações constantemente, abrindo milhares de possibilidades para o entretenimento eletrônico.


Mão na massa

O primeiro diferencial do SmartGlass é a integração com os jogos, porção chamada Activities. Em nossos testes, Ascend: New Gods rodava no Xbox 360, enviando dados constantemente pela internet. Enquanto passávamos pelos dungeons, a tela do celular Nokia com Windows 8 mostrava mapas, com marcadores de objetivos e outras informações.
Imediatamente ao encontrar um inimigo, a imagem no celular mudou para uma lista de comandos, com espaço para inventário. Era a prova de que tudo estava sincronizado por meio do Wi-Fi. Aí tivemos a primeira prova de que o SmartGlass pode agir de forma similar ao Nintendo Wii U, mas com a vantagem de oferecer tela e controles de forma separada.


Segundo controle

O representante da Microsoft foi bem claro ao afirmar: “Isto é apenas o começo, e nossos parceiros terão liberdade para fazerem muito mais”. Outra possibilidade que atinge o Wii U é a de usar tablets ou celulares como controles, inclusive com acesso aos recursos de acelerômetros. Passou de fase, quer brincar com um minigame diferente? Sem problemas.
A base de tudo é a tecnologia HTML5. Isto significa que o desenvolvedor precisa de apenas uma versão do seu aplicativo, a qual será compatível com Android, iOS e Windows 8. Todo o processamento é feito fora do Xbox, ou seja, os jogos não pesarão mais por trabalharem com as novas ferramentas.
Tratando de vídeos, a Microsoft vai além do simples streaming. Com o serviço Xbox Video, enquanto um filme passa na televisão, a ficha técnica completa dele é revelada nas telas menores dos seus aparelhos, no estilo da interface Metro. Assim é possível pesquisar dados dos atores, curiosidades e obras relacionadas.

Internet Explorer, por que agora?

Todos reclamavam que o Xbox não tinha um navegador. Finalmente isso vai mudar, mas qual o motivo, principalmente a esta altura do campeonato? Quando questionamos isso na demonstração da Microsoft, o controle do console foi erguido, seguido da pergunta: “Você realmente quer navegar usando isto?”.


De fato, digitar endereços pelos joystick está longe de ser a alternativa ideal. Felizmente, o último recurso do SmartGlass faz do celular um touchpad. Você controla o ponteiro, digita endereços com o teclado virtual e até pode dar zoom nas suas páginas favoritas. O melhor de tudo é ter este controle secundário sempre ao seu alcance.
Estaremos de olho no lançamento dos aplicativos, que devem acompanhar a chegada do Windows 8. O cerne do SmartGlass será gratuito, mas há a possibilidade de que a porção Activities seja cobrada pelos criadores dos jogos. Até o momento, nenhum pronunciamento da Microsoft foi realizado.

Fonte: Baixaki Jogos
Fonte das Imagens: Baixaki Jogos


Quem acompanha a maior liga de basquete do mundo sabe que neste ano o Oklahoma City Thunder quase chegou lá, mas Lebron James e seu Miami Heat levantaram a caneca desta temporada da NBA. Agora, enquanto a temporada 2013 não começa — em meados de agosto — os jogadores poderão conferir uma edição especial do game NBA 2K13.
A 2k Games anunciou o lançamento da novíssima NBA 2K13 Dynasty Edition. A novidade inclui uma versão normal do jogo e ainda presenteará os gamers com:
  • Uma bola oficial da liga de basquete (cortesia da marca Spalding);
  • O DLC “NBA 2K13 All-Star add-on”(apresentado pela Sprite);
  • Fones de ouvido intra-auriculares, exclusivos da franquia;
  • Um adesivo temático de NBA 2K13 para colar no controle (skin).
A Dynasty Edition será lançada para Xbox 360 e para PlayStation 3 e vai custar US$ 99,99 (em torno de R$ 205, de acordo com a cotação do dia). Mas, se você quer comprar uma dessas para você, é melhor correr — a 2K disse que está produzindo uma quantidade limitadíssima da novidade.
NBA 2K13 tem previsão de lançamento no dia 2 de outubro deste ano.

Fonte: Joystiq

Resident Evil: Revelations

O anúncio de Resident Evil: Revelations não deixou muitos fãs felizes. O game, apesar de ter como principal objetivo trazer de volta o antigo terror da franquia, seria exclusivo do Nintendo 3DS, usando os recursos do console para deixar o jogador ainda mais tenso. A exclusividade não agradou.
O lançamento, porém, faz parte de um esforço da Capcom para expandir a saga ao máximo de plataformas possíveis e vem para provar que é possível fazer um game de respeito fora dos consoles de mesa. Com uma trama global, que envolve bioterrorismo e as organizações governamentais que combatem a ameaça, Revelations ainda traz de volta a dupla Chris e Jill, dois dos personagens mais queridos da franquia.

Aprovado

Terror a cada sala

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Resident Evil: Revelations é uma resposta aos fãs. É a prova definitiva de que a Capcom está atenta aos nossos pedidos. O game é incrivelmente tenso e, sem dúvida alguma, fará você passar pelo menos alguns momentos de pânico na frente do portátil. Nenhum lugar é seguro e o personagem jamais estará totalmente protegido.
A escassez de munição é o principal fator para esta sensação de insegurança. Os inimigos não deixam itens ao serem mortos. Sendo assim, em diversos momentos, correr dos monstros é a melhor opção para economizar algumas balas, que podem ser preciosas em combates mais à frente.

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Explorar o cenário é essencial e qualquer item encontrado pode ser sua salvação. É aí que entra o Genesis Scanner, equipamento estreante na série, capaz de localizar objetos escondidos nos cenários. As descobertas variam entre munição, granadas ou artigos para cura.
Os inimigos estão presentes em diversas formas, uma mais surpreendente que a outra. Quando você acha que está acostumado ao comportamento de um determinado tipo de monstro, logo aparece outro que modifica completamente os combates e torna tudo mais surpreendente.
Jogo de intrigas
Resident Evil: Revelations apresenta uma das tramas mais ricas e interessantes de toda a franquia. As situações cheias de reviravoltas ocorrem em várias partes do mundo com diversos personagens, usando um sistema de episódios para alternar entre um protagonista e outro. Cada um deles tem sua importância e todos contribuem para um enredo impressionante.

Não vamos falar mais sobre a trama para não estragar a surpresa. Saiba apenas que, no game, nem tudo é o que parece e mesmo seus companheiros podem se transformar em terríveis vilões.
Fazendo bonito na palma da mão
O novo capítulo de Resident Evil exibe um dos melhores gráficos já vistos em um console portátil. Mesmo com os efeitos 3D ligados no máximo, os visuais continuam belíssimos e impressionam, principalmente nas cenas de corte. O nível é altíssimo e não deve muito para vídeos que assistimos nos consoles de mesa.

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O grande destaque neste quesito fica para algumas áreas internas do cruzeiro Queen Zenobia. O cassino e o hall, por exemplo, são imponentes e apresentam uma impressionante riqueza de detalhes. O mesmo vale para os modelos de personagens, com roupas cheias de acessórios e elementos bem característicos.
Novidades que chegam para somar
Resident Evil: Revelations também traz uma série de inovações no controle. Além da possibilidade de ser possível andar e atirar ao mesmo tempo – um fator que é muito facilitado pela utilização do Circle Pad Pro –, basta pressionar um botão para usar itens de cura ou armas secundárias. As novidades tornam a jogabilidade bem mais fluida.

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Temos ainda o Raid Mode, um extra que deixa o tradicional Mercenaries no chinelo. Também voltado totalmente para o combate, o modo coloca o jogador para enfrentar uma série de inimigos em cenários já conhecidos do game normal. Os monstros contam com diferentes atributos, podendo aparecer mais fortes ou velozes, e a fase só termina quando todos estiverem mortos.
Qualquer ação realizada no game garante pontos que podem ser trocados por novas armas, upgrades ou roupas. O game também conta com missões que premiam o jogador que cumpre certos requisitos, em um esquema parecido com os famosos troféus ou conquistas. O gerenciamento de tudo isso é feito por meio de baús espalhados pelo modo campanha ou antes do início de uma missão no Raid Mode.

Reprovado

O tamanho tem seu preço

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Resident Evil: Revelations tem muitos pontos positivos, porém, não é o título perfeito. Uma das principais falhas do game é a baixa qualidade das cutscenes, não no quesito gráfico, mas no quesito compressão.
Além de aparecerem com as cores chapadas, como se o brilho do console estivesse desregulado, é possível perceber diversos artefatos na imagem, resultantes do processo de redução do tamanho dos arquivos. Isso, apesar de essencial para que o game caiba em um cartucho de Nintendo 3DS, acaba maculando o alto nível visual do game.

Oi? Como assim?

A ótima trama de Resident Evil: Revelations também tem seu ponto fraco, decorrente do sistema episódico usado pela Capcom para contá-la. Os capítulos curtos do game tornam o enredo extremamente fragmentado e, em diversos momentos, acabam o deixando bem confuso.
Tudo acontece muito rapidamente e, caso você não fique ligado, poderá perder algum detalhe importante e essencial para o entendimento do enredo. Os novatos em Resident Evil devem ter um pouco mais de trabalho, pois os fãs já conhecem os personagens e seus papeis na história.

Vale a pena?

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Revelations é prova de que a Capcom não se esqueceu do bom e velho terror. Apesar das poucas falhas, é o game que os fãs da saga estavam pedindo desde 2005, quando Resident Evil 4 chegou ás lojas para modificar completamente a franquia. Apague as luzes, coloque os fones de ouvido e prepare-se para ficar aterrorizado mais uma vez.

"Resident Evil 6" será duas vezes mais longo que o anterior, diz produtor

O produtor de Resident Evil 6, Hiroyuki Kobayashi, comentou durante a E3 2012 sobre a duração da campanha do jogo. Segundo ele, cada uma das três histórias disponíveis, terá aproximadamente 70% a 80% da duração de Resident Evil 5. O lançamento de Resident Evil 6 está marcado para 2 de outubro no Xbox 360 e PlayStation 3, com uma versão para PC ainda sem data.
Resident Evil 6 trará seis protagonistas diferentes, divididos em três duplas: Leon S. Kennedy e Helena Harper, Chris Redfield e Piers Nivans e Jake Muller e Sherry Birkin. Porém, segundo Kobayashi, o centro da história é Leon, o qual um funcionário da Capcom chamou de “Personagem principal principal”.

Como já anunciado pela Capcom, a história de "Resident Evil 6" será focada em três protagonistas. Por conta disso, o produtor do jogo, Yoshiaki Hirabayashi, acredita que o jogo será consideravelmente mais longo que seu antecessor.

"Se você completa as três histórias, vai ter visto tudo possível em termos de história", explicou ao blog oficial do PlayStation no Brasil.
"É um bom volume: estimamos que cada uma destas histórias é provavelmente 70% a 80% do volume do Resident Evil 5 completo. Então, com três histórias separadas, há muita coisa para jogar.", explicou.
Sobre a impressão de ação frenética deixada pelo demo da E3, o produtor avisa que aquilo não representa necessariamente a experiência definitiva do jogo.
"É apenas uma demonstração para a E3", garantiu, antes de explicar que o intuito de sua equipe era o de destacar o potencial do jogo cooperativo ao invés de transmitir o modo solo.

"Nós também ajustamos de um jeito que as pessoas não morressem tanto durante a demo, então havia muitas armas e munição. Não vai ser assim quando você estiver atravessando o Ustanak no final do jogo – você ainda vai ter situações no estilo Resident Evil, onde você tem uma shotgun com apenas duas balas e tem que garantir que vai valer a pena".
"Esses elementos entram no jogo como um fluxo real, e penso que é isso que faz um horror de sobrevivência. Posso sobreviver com os recursos que tenho na mão? Você deve se sentir assim, como se estivesse jogando um 'Resident Evil'", finalizou.



Horror de qualidade

"Resident Evil 6 é a grande aposta da Capcom para 2012. Seus produtores prometem levar o "horror de sobrevivência" para um novo patamar, com doses cavalares de ação e o resgate de elementos clássicos da franquia, como o suspense e os zumbis.

O jogo terá três campanhas principais, que podem ser jogadas em modo cooperativo, além da modalidade "Mercenaries", que oferece multiplayer competitivo.
"Resident Evil 6 está agendado para 2 de outubro em versões para PC, PlayStation 3 e Xbox 360, com legendas em português.

Fãs da Ubisoft clamam por jogos como Splinter Cell: Blacklist

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Em entrevista para o site Gamereactor, Patrick Redding, diretor de games da Ubisoft Toronto, disse que os fãs da empresa estão “clamando” por jogos que tragam experiências mais realistas e imersivas na categoria ação e aventura, como é a expectativa para Splinter Cell: Blacklist. Segundo ele, “os jogadores estão famintos por isso”.
"Eu acho que estamos vendo algo que é um verdadeiro renascimento em ação e aventura. E acredito que nós somos capazes de ter um monte de características únicas no mundo de Splinter Cell", comentou Redding.
"Os jogadores gostariam de ter uma experiência tensa em um mundo realista, com um enredo muito bom e com um herói que seja letal e eficiente. (...) E eu acho que nós temos essas três coisas", complementou o executivo. E você, também está comendo os dedos na espera pelo lançamento de Splinter Cell: Blacklist?


Fonte: Gamereactor