quarta-feira, 4 de julho de 2012

Prévia de Resident Evil: Operation Raccoon City

Prévia de Resident Evil: Operation Raccoon City

A série Resident Evil mudou com o tempo. Se antes tínhamos um game de sobrevivência e horror, agora os títulos da saga são mais voltados para o lado da ação. Prova disso é a produção de Resident Evil: Operation Raccoon City, jogo que promete colocar os jogadores em partidas de tiro em terceira pessoa.

Resident Evil: Operation Raccoon (Foto: Divulgação)
A coisa toda funciona como um “Gears of War Resident Evil”. A ação é frenética, os jogadores utilizam sistema de cobertura e o tiro voa para todos os lados. A ideia é que este seja realmente um Resident Evil bem diferente dos demais, no qual os fãs poderão enxergar um novo lado da franquia.
A Capcom delegou a produção do game para um estúdio ocidental, o Slant Six, responsável por alguns títulos da série de tiro em terceira pessoa SOCOM. Conhecimento na área eles possuem, resta saber se sai um bom Resident Evil dessa mistura.

Enredo

A história de Operation Raccoon City se desenrola entre Resident Evil 2 e 3, games da saga que deixam muitos fãs com saudade. Contudo, não espere controlar os mocinhos destas aventuras, mas sim um grupo que pode até ser considerado como o vilão de tudo.
O jogador escolhe um membro de um esquadrão da Corporação Umbrella. Ele deve recuperar informações perdidas e realizar missões secretas em Raccon City, local infestado de zumbis. É possível, porém, encontrar figuras conhecidas, como o policial Leon S. Kennedy, e até mudar o curso da história, matando personagens famosos ou deixando-os sobreviver de formas ainda mais inesperadas.

Resident Evil: Operation Raccoon (Foto: Divulgação)
A promessa da Capcom é que o game seja uma espécie de “universo paralelo” de Resident Evil, com uma história que segue fatos clássicos, mas que também pode ser considerada oficial, caso o jogador assim deseje – tudo por conta da participação de heróis e vilões da série.

O que esperar do jogo:
. Ação de primeira com um game de tiro em terceira pessoa;
. Modo multiplayer;
. Reviravoltas inesperadas na saga Resident Evil.


Resident Evil: Operation Raccoon City (Foto: Divulgação)

Resident Evil: Operation Raccoon City (Foto: Divulgação)
O que pode surpreender:
. Modo multiplayer pode ser tão viciante quanto em SOCOM;
. A história pode acabar se tornando bem interessante;
. Capacidade de controlar personagens famosos no multiplayer.

O que pode decepcionar:
. Uma aventura que nada lembra um Resident Evil;
. Alguns pequenos bugs na jogabilidade que já foram vistos em trailers;
. Gráficos não muito bonitos.


Ficha Técnica:

Nome: Resident Evil: Operation Raccoon City
Gênero: Ação
Distribuidora: Capcom
Plataformas: PlayStation 3, Xbox 360, PC
Data de lançamento: 20 de março (América do Norte)

Conheça mais detalhes sobre as versões Anthology e Archives de Resident Evil 6



 O lançamento de Resident Evil 6 deve ser a oportunidade perfeita para os fãs da série completarem a sua coleção. A Capcom anunciou que o lançamento do game vai ser acompanhado por duas versões especiais, cada uma dando direito a acessar alguns títulos anteriores da franquia.
Resident Evil 6 Anthology, exclusivo para o PlayStation 3, vai incluir códigos que permitem o download de Resident Evil 5: Gold Edition, Resident Evil 4 HD, Resident Evil 3: Nemesis, Resident Evil 2 e Resident Evil: Director’s Cut. Vale lembrar que todos esses títulos já estão disponíveis através da PlayStation Network há certo tempo.


 Já os donos do Xbox 360 vão poder comprar Resident Evil 6 Archives, que inclui Resident Evil 5 Gold Edition, Resident Evil 4 HD, Resident Evil Code: Veronica X HD e Resident Evil Degeneration. Ao que tudo indica, a versão de Resident Evil 6 para o console da Microsoft vai se diferenciar por ter seu conteúdo separado entre dois discos.
Independente do pacote que você escolher, cada um deles poderá ser adquirido pelo preço único de US$ 89,99. A previsão é que as versões especiais sejam lançadas na mesma data que o título individual, no dia 2 de outubro deste ano.
Fonte: Rely on Horror

terça-feira, 3 de julho de 2012

Historia e Personagens de resident evil raccoon city



Sinopse (Historia)


É setembro de 1998 e a ação se concentra em Raccoon City, cujo destino já foi determinado com as horríveis consequências do mortal vazamento do T-vírus, desenvolvido no Complexo de Pesquisa da Umbrella. Com a necessidade de encobrir o caso, a Umbrella envia uma equipe de elite para Raccoon City para destruir todas as evidências que a ligam ao incidente e eliminar qualquer sobrevivente. Enquanto isso, o governo dos Estados Unidos colocou a cidade em quarentena e enviou sua própria equipe de soldados de elite para determinar a origem do misterioso incidente.

O jogador assume o papel de um soldado do Serviço de Segurança da Umbrella (U.S.S), competindo sozinho ou com até outros quatro jogadores em uma batalha contra todas as forças competidoras presentes em Raccoon City. Espere pelo retorno dos inimigos originais da série, locais icônicos, como o Departamento de Polícia de Raccoon City e os personagens favoritos dos fãs, incluindo Leon S. Kennedy, um policial.
Beltway

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Função: demolição
Hector "Beltway" Hivers é um especialista em demolição que foi dispensado do corpo de engenharia do exército. Pouco se sabe sobre o incidente, além da adição de sua perna prostética. Sua dedicação ao ofício está acima de qualquer precedente, enquanto seu prazer por explodir coisas é sempre visível.

Bertha
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Função: médica
Michaela "Bertha" Schneider encontra prazer na dor. Uma ex-soldado disciplinada e dedicada à medicina, ela se afiliou à Umbrella logo após um retorno mal sucedido à vida civil. Ela se uniu prontamente a Wolfpack após eles terem assegurado que anestesia é um luxo e não uma prioridade.

Four Eyes
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Função: cientista de campo
Desenvolvendo uma obsessão nada saudável pela ciência ainda muito jovem, Christine "Four-Eyes" Yamata se especializou em virologia. Ela é tão profundamente focada em seu trabalho que tem pouco interesse em outras coisas, incluindo sentimentos, vidas ou outros seres humanos. Estudiosa e detalhista, ela sempre quer saber mais sobre uma dada situação.

Lupo
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Função: ataque
Uma ex-agente das forças especiais francesas, Karena "Lupo" Lesproux é especialista em armamento. Atraída pelo dinheiro, Lupo afiliou-se à Umbrella e comanda a Wolfpack. Seu conhecimento de campo faz com que o grupo confie totalmente nela. Ela cuida dos membros, como uma loba faz com seus filhotes, o que fez com que a equipe a chamasse afetuosamente de "Wolf Mother" ("Mãe Loba").

Spectre
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Função: espionagem
Um veterano da Guerra Fria, ex-espião, Vladmir "Spectre" Bodrovski foi transferido da divisão européia da Umbrella por razões desconhecidas. Sendo o grande especialista em vigilância da USS, ele foi transferido para a Wolfpack quando o alto escalão de administração da Umbrella notou que suas habilidades poderiam ser de grande benefício.

Vector
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Função: reconhecimento
Os dados de Vector permanecem, em sua maioria, confidenciais; sua verdadeira identidade é secreta. Treinando na Ilha Rockfort, ele desenvolveu suas habilidades em artes marciais letais e em reconhecimento. Como um agente disfarçado, suas conquistas no campo de batalha só são comparáveis as de seu antigo mentor, HUNK.

HUNK
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Um excelente soldado treinado na Ilha Rockfort, HUNK também é chamado de "Sr. Morte", mas seus dados verdadeiros não são conhecidos, incluindo seu verdadeiro nome. A Umbrella o utiliza em várias ações, as quais ele completa com sucesso e muitas vezes é o único sobrevivente. A empresa tem grande confiança nas habilidades de HUNK e Nicholai o vê como um concorrente.

Lone Wolf
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O "Lobo Solitário" é o piloto de helicóptero da equipe de HUNK. Ele tem técnicas de vôo lendárias, além de ter grande capacidade de sobrevivência em situações extremas.

Leon S. Kennedy
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Leon é um policial novato que acabou de chegar a Raccoon City para o seu primeiro dia de trabalho. Surpreendido pelos zumbis que infestam a cidade, ele também terá que tentar sobreviver ao se tornar alvo dos agentes da U.S.S.

Claire Redfield
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Claire foi a Raccoon City em busca de seu irmão, Chris Redfield, que partiu para a Europa para investigar a Umbrella. Ela encontra com Leon e os dois tentam sobreviver à horda de zumbis que tomou conta da cidade

Nicholai Ginovaef
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Nicholai é o comandante do pelotão Delta do time B da U.B.C.S. É um excelente soldado, com uma série de missões completadas com sucesso, mas sai sempre como o único sobrevivente. Esse fato começou a levantar dúvidas sobre sua idoneidade entre os seus subordinados.

Ada Wong
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Ada está na cidade para roubar uma amostra do G-vírus para uma empresa rival à Umbrella. Ela costuma ser calma e contida mesmo em situações muito extremas e tem habilidades de combate de alto nível.

Jill Valentine
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Jill ficou em Raccoon City após o incidente da mansão para investigar as atividades da Umbrella e acabou se vendo presa na cidade após o T-vírus infectar os habitantes. Sendo membro dos S.T.A.R.S., esquadrão de elite de Raccoon City, Jill é muito bem preparada para situações extremas.

Carlos Oliveira
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Carlos é membro da U.B.C.S e foi a Raccoon City para resgatar sobreviventes do incidente com o T-vírus. Ele é um ex-guerrilheiro sul americano, que cresceu em meio à guerra civil desde a tenra idade. É corajoso e enfrenta situações de perigo sem hesitar.

Dee-Ay
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Crispin "Dee-Ay" Jettingham é um soldado experiente. Ele era o homem de escolha do governo norte americano para liderar a equipe Echo Six. Sempre calmo e contido, ele é um grande soldado, com muitas habilidades e que age com grande eficiência com seu armamento e cumprindo ordens.

Harley
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Um ex-motociclista desbocado, Erez "Harley" Morris passou a servir às forças armadas para evitar ser preso. Aprimorando-se em medicina durante a operação "Desert Storm", Harley tornou-se um dos melhores médicos em campo. Sempre colocando a vida dos outros acima da sua própria, ele sempre irá dar seu melhor para garantir que ninguém fique para trás.

Party Girl
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Sienna "Party Girl" Fowler ganhou a reputação de garota festeira ao dar grandes festas durante sua juventude para homens de negócios e oficiais. Eles mal sabiam que cada festa era gravada com equipamentos escondidos, e os materiais poderiam ser vendidos por altos valores. O governo a contratou após ela ter conseguido enganar o maior especialista em vigilância em uma de suas festas.

Shona
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Lawrence "Shona" Kimbala esteve exposto à morte desde a tenra idade, tratando doenças em seu país natal, o Zimbábue. Após o falecimento de seu pai, ele entrou para a escola de Medicina de Harvard, onde percebeu ter a habilidade de controlar vírus em vez de curá-los. Ele entrou para o programa de armas especiais do exércido e é o maior especialista em virologia do grupamento.

Tweed
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Marissa "Tweed" Ronson tem a língua afiada e o pavio curto. Trabalhando originalmente para o Serviço Secreto Britânico, ela desapareceu após uma operação de remoção de bombas a deixar traumatizada. Escolhida a dedo pelo governo, Tweed se tornou parte do grupo Echo Six devido à sua grande habilidade incomparável com demolições.

Willow
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Caroline "Willow" Floyd desenvolveu sua habilidade para velocidade e esquiva ao crescer sozinha em uma reserva em Montana. Ela entrou para o exército assim que deixou a escola, tornando-se parte das Forças Especiais. Nunca está safisfeita consigo mesma e continua a treinar suas habilidades todos os dias.

Spec Ops: The Line

Spec Ops: The Line vé o novo título da desenvolvedora Yager Development e que foi publicado pela 2k Games. Apesar dos games da franquia Spec Ops, em geral, contarem com elementos próprios de enredo, The Line não possui praticamente nenhuma ligação com os games anteriores da série.
Isso ocorre porque o jogo foi inspirado no livro Heart of Darkness, do autor Joseph Conrad. Tal obra também inspirou Francis Coppola a produzir o premiado filme “Apocalypse Now”, e agora ela ajuda The Line a entregar uma campanha solo com duração média em torno de sete horas.

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Especificações históricas e polêmicas de proibições à parte (o jogo foi proibido nos Emirados Árabes), será que Spec Ops: The Line consegue agradar? Vamos ver.

Aprovado

Propósito convincente
Dubai foi engolida por uma grande tempestade de areia, o que a deixou completamente destruída. As ruínas ainda estavam frescas quando o Coronel americano John Konrad (em uma referência ao autor do livro) decide rejeitar as ordens que recebeu de seus superiores e permanecer na cidade para auxiliar os poucos sobreviventes do desastre.

Entretanto, o pelotão de Konrad desaparece completamente dos radares americanos, que chegam a considerar que todos os combatentes teriam sido abatidos em combate. Porém, seis semanas depois do ocorrido, uma rápida transmissão de rádio indica que o Coronel ainda pode estar vivo. Assim, o Capitão Martin Walker reúne dois companheiros de combate e parte para onde costumava ficar a cidade de Dubai, em busca do pelotão desaparecido.
O trio já percebe que há algo de errado na história logo que eles desembarcam nas ruínas da cidade destruída. Deste ponto em diante, o enredo vai se construindo de maneira misteriosa e interessante. Você sabe tanto sobre o que está acontecendo quanto o personagem central do jogo. Conforme você avança na campanha, mais detalhes muito relevantes vão sendo revelados, fazendo com que você não queira perder nem uma linha de diálogo nas CGs.

Com isso, a construção de cada personagem se mistura ao enredo principal, fazendo com que haja uma história menor (porém muito importante) dentro de outra maior. O game conta com uma carga de violência muito pesada durante a jogabilidade, mas a potência da história consegue amenizar essa questão e, de alguma maneira, tocar os jogadores quanto à relevância do objetivo que estão cumprindo (e com o que vão descobrindo no decorrer dos acontecimentos).

Arte estética

Spec Ops: The Line apresenta uma direção de arte brilhante. A arquitetura da cidade em ruínas contém edifícios extremamente altos, rodeados por outras construções monstruosas — tudo isso em meio a muita areia e paisagens desérticas. Os efeitos de iluminação aparecem com frequência, visto que não são raras as vezes em que tempestades de areia infestam a tela..

Para envolver o belo visual da obra, The Line apresenta uma trilha sonora de primeira qualidade. Inclusive, há “uma certa estação de rádio” cujo locutor fala diretamente com o trio de protagonistas (acredite, o enredo é muito interessante). Em determinados momentos há apenas o som ambiente, do vento carregando violentamente as partículas de areia — até caracterizar uma tempestade.
Em outras ocasiões, os próprios ambientes em que se está combatendo disponibilizam a trilha sonora. Em certo momento, a rádio está tocando “Hush”, da banda Deep Puple. Isso é empolgante para a jogatina, ao mesmo tempo em que agrega sentido à história.

Mecânica de jogatina

Durante a jogabilidade de The Line, há alguns pontos que merecem destaque. Quando você acerta a cabeça de seus inimigos, acontece um efeito de movimentação desacelerada do tempo, que permite que você tenha um ou dois segundos para mirar no próximo inimigo.

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Outra possibilidade interessante é a destruição dos ambientes, que pode ser usada contra seus algozes.
Inteligência agressiva
Em The Line, há duas inteligências artificiais distintas: a dos seus dois companheiros e a dos inimigos. Para a alegria dos fãs de shooters bastante disputados, em ambos os casos a características responde muito bem, criando confrontos desafiadores e colegas confiáveis.

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A agressividade é o ponto forte de seus contraventores, que não permitem que você fique estático atrás de uma única barreira. Eles atacam com armas diferenciadas, destroem instalações mais frágeis e obrigam que você mantenha o movimento. A última vez que eu vi uma IA tão boa foi no primeiro FEAR, no qual os inimigos davam a volta no cenário para cercar você.

Reprovado

Problema comum
Você chega até um cenário onde aparecem inimigos, encontra algum lugar para se esconder e atira nos soldados do outro lado até acabar com todos eles. Então, você e seus dois inseparáveis companheiros avançam até o próximo cenário, no qual aparecerão mais guerreiros atirando. Novamente, você continua acabando com eles para poder prosseguir até a próxima locação, na qual mais contraventores o atacarão e...

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Controles estranhos

Ainda que a mecânica do jogo seja muito interessante, os controles de Spec Ops: The Line não são muito fluídos. Mesmo depois que você se acostuma com a jogabilidade, ainda há uma “estranheza” com a maneira de controlar seus personagens. No PC essa sensação é um pouco menor do que nos consoles.
"Apenas seguindo ordens"
The Line propõe que os jogadores tomem algumas decisões relacionadas a conflitos morais. No entanto, em nenhum momento o jogo fala em conceitos dialéticos, entre certo e errado. A maioria desses dilemas se passa em horas em que você precisa escolher qual inimigo você irá matar ou como vai fazer isso. Seja qual for sua decisão, o Capitão sempre reage dizendo que “tem que fazer o que é certo” ou “isso é preciso para um bem maior”. Em meio a um enredo tão legal, essas reações programadas ficam um pouco fora de contexto e acabam ganhando um destaque negativo.

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Multiplayer desnecessário

A campanha individual de Spec Ops: The Line é tão interessante que deixa o modo multiplayer chato e desinteressante. A falta de objetividade é o principal fator que inibe a vontade de continuar jogando contra adversários reais. Em segundo lugar está a estranheza dos controles, que se torna muito mais pronunciada nesse modo de vários jogadores, chegando a atrapalhar a jogatina.

Vale a pena?

Spec Ops: The Line é um game de tiro em terceira pessoa que foge à regra das campanhas desinteressantes. Pelo contrário: o enredo é um dos principais atrativos do título. Aliada à intrigante história está a bela direção de arte, que entrega visuais que vão deixar os jogadores encantados.
No entanto, a falta de um modo cooperativo é um defeito grave do game (que a Yager pretende corrigir com um lançamento de um DLC), e a repetição dos combates limitam a diversão de The Line. Mesmo que o nível de desafio seja bom, depois de algumas horas jogando certamente você vai querer fazer um intervalo e voltar a jogar depois.
Mesmo assim, vale a pena conferir o game e conhecer o intrigante enredo por trás do misterioso desaparecimento do Coronel John Konrad. Principalmente se você puder jogá-lo no PC.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Assassin’s Creed 3 terá edições especiais com estátua, embalagem metálica e DLCs


Fonte da imagem: Reprodução/Ubisoft

 No final do mais recente trailer de Assassin's Creed III, a Ubisoft anunciou também a Freedom Edition, um pacote voltado para os colecionadores europeus. Cheio de conteúdos exclusivos, a caixa toda especial traz também uma série de DLCs, além de extras de luxo. Confira o que você pode adquirir por US$ 64,99 (cerca de R$ 130):
  • Game em uma caixa especial, de metal, com arte de Alex Ross;
  • Uma estátua do personagem Connor;
  • Caderno de George Washington;
  • Uma litografia exclusiva;
  • Duas missões – Ghost of War e Lost Mayan Ruins – para o modo single player;
  • Pacote multiplayer Sharpshooter.
Os fãs americanos também têm vez e terão uma edição limitada. Com preço um pouco salgado, US$ 119,99 (cerca de R$ 240), o pacote também traz a estátua de Connor. Aqui, aparecem também uma bandeira colonial americana – de 60 cm por 122 cm – e uma fivela de cinto com o logo do game. Confira imagens na galeria abaixo.

 




















Fonte: Ubisoft

Call of Duty Modern Warfare 3


Call of Duty modern Warfare 3 a terceira querra começa...

Call of Duty Modern Warfare 3 tem boas chances de ser o jogo do ano mas, mesmo a sim há grandes comcorentes. Call of Duty Modern Warfare 3 preomete inovasão mas, sem sair do Classico game que todo mundo conhece. 

Gráficos ótimos mas como sempre de fez em quando um erro gráfico aprare mas, mesmo assim só isso não vai desanimar os fâns dessa franqui que sempre faz sucesso.

O jogo tras novidade em armas de fogo e como sempre há um grande arcenal a sua desposisão.
Glen Schofield, fundador da Sledgehammer Games, afirmou ao site Videogames que Call of Duty: Modern Warfare 3 encerrará o arco de histórias iniciado no primeiro game da série de guerra moderna. Segundo ele, a franquia não foi imaginada como uma trilogia, e sua trama continuará a se expandir para fora do universo de Makarov, Soap e Price.
Segundo ele, o roteiro do título é o melhor já criado em toda a série Call of Duty e foi escrito a partir do retorno dos fãs em relação aos dois anteriores. Para Schofield, Modern Warfare 3 conta com um ritmo completamente novo e muitas mudanças no desenvolvimento de personagens, bem como no andamento das batalhas, que agora acontecem em ambientes urbanos.O diretor geral da Sledgehammer afirma ainda que apenas cerca de metade dos compradores de Call of Duty efetivamente vão até o final da campanha single player. A ideia, segundo ele, é mudar isso com Modern Warfare 3 e capturar os jogadores de tal forma que eles não consigam largar o controle enquanto não chegarem até o fim da história.

Fonte:Baixaki Jogos



domingo, 1 de julho de 2012

Metal Gear Racing

O criador da série Metal Gear, Hideo Kojima, esteve presente na E3 2010 deste ano, mas mostrou sua face por breves momentos. O primeiro deles aconteceu logo na conferência da Microsoft, apenas com o propósito de passar a palavra — e a direção da franquia — ao seu aprendiz, o produtor Shigenobu Matsuyama.
Depois de um pequeno show de luzes, palmas da plateia e um cumprimento típico de amigos, Hideo deixou a conferência e o que restou foi o primeiro grande trailer, que mostrou exatamente como será a primeira aventura solo de Raiden.

Lâmina e energia

O vídeo, que pode ser visto abaixo, começa com uma paisagem escura, no interior de um galpão. Os raios de luz do fim de tarde banham as frestas deixadas pela ventoinha, enquanto uma criatura robótica caminha pelo chão, chutando os cartuchos de munição que estão espalhados pela superfície.

A iluminação, o trabalho de texturização e o próprio comportamento dos objetos são muito convincentes, passando a impressão de que as cenas foram todas pré-renderizadas, mas logo descobrimos que tudo aquilo foi preparado dentro do motor gráfico de Metal Gear Solid: Rising (embora não esteja necessariamente rodando em tempo real).
Ao perceber a sombra de alguém, o robô se vira imediatamente, disparando para cima e derrubando uma série de escombros. Tudo isso, para ser surpreendido por Raiden, já em sua forma robotizada e pronto para destroçar tudo o que encontrar pelo caminho. A criatura mecanizada até tenta se mover, mas o resultado não é bom.
Raiden parte o braço e em seguida o tronco do adversário, desviando dos disparos e expondo o núcleo energético, com tom azulado. Ele arranca as vísceras cibernéticas e explora a energia, absorvendo-a para si mesmo. O processo faz com que ele reabasteça suas forças e a finalização da absorção é marcada pelo esmaecimento da luz e pelo brilho avermelhado nos olhos do protagonista.

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Cortar e aproveitar

Zan Datsu é a expressão que descreve o ato de Raiden, que será repetido muitas vezes ao longo do jogo. Esta combinação foi criada especialmente para o projeto e reflete o espírito da narrativa. As cenas seguintes revelam Raiden partindo para cima de outros oponentes, cortando tudo o que encontra pela frente livremente.
O sistema de golpes parece ser próximo ao típico Hack n’ Slash que vemos em outros jogos, muito embora outros elementos surjam ao longo do caminho. O primeiro deles é a liberdade para a execução dos golpes: até mesmo pilastras podem ser cortadas e derrubadas sobre os soldados, revelando um sistema complexo de interação com o cenário.
O segundo elemento é a possibilidade de direcionamento do corte. Raiden entra em modo de câmera lenta e regula a sua espada, para atingir exatamente o ponto desejado no adversário. Ainda seguindo o trailer, tal efeito é demonstrado sobre corpos humanos, que são esquartejados enquanto braços, cabeças e pernas voam, girando pelos ares.

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Tal controle sobre a direção não é inútil ou meramente visual. Será possível neutralizar inimigos sem matá-los no processo. É o que ocorre quando se corta apenas um braço, ou a mão que segura uma arma. No caso dos robôs, o direcionamento do corte servirá para que Raiden abra caminho até o núcleo e absorva a energia sem perder um pingo da carga.

Um assassino frio

Img_original Seguindo a tradição imposta pela maioria dos jogos de Metal Gear, o trailer de Rising é finalizado com uma brincadeira (que por sinal demonstra o grau de precisão do sistema de espadadas do jogo). Raiden saca a katana e corta uma melancia que está sobre a mesa em diversas fatias, até chegar ao tamanho adequado.
Pelo visto a maioria dos objetos no universo de Rising terá detalhamento interno, justamente para permitir os cortes angulados. Outro detalhe importante é que o jogo se passará entre os eventos que marcaram o segundo e o quarto episódios, possivelmente explicando as razões que levaram Raiden a ter seu corpo mecanizado.
Snake pode estar fora da jogada até o momento, mas ainda assim o que resta é uma proposta de ação frenética, com possibilidades realmente vastas e que combinam elementos de estratégia à velocidade de reação. Estaremos aguardando por mais demonstrações (possivelmente na Tokyo Games Show deste ano) e torcendo para que uma data de lançamento seja anunciada.