quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sleeping Dogs

Combates intensos e uma narrativa morna resultam em um game com gosto agridoce

Originalmente programado para fazer parte da série True Crime, Sleeping Dogs é uma das principais apostas da Square Enix para este ano. Abandonado pela Activision, o game ganhou uma cara nova sob as asas da empresa japonesa, e até o momento a mudança parece ter surtido efeitos positivos sobre a produtora United Front Games.

A versão praticamente finalizada do game que estava disponível para testes durante a E3 2012 mostra que ele tem potencial, mas precisa melhorar em alguns quesitos antes de se tornar uma compra obrigatória. Entre as novidades apresentadas durante o evento está um método de luta aprimorado e um sistema de evolução que vai ditar quem vão ser seus aliados durante a aventura.
Praticamente um jogo de luta
O que mais chama a atenção em Sleeping Dogs é a maneira como os confrontos contra os inimigos acontecem. O protagonista do jogo, Wei Shen, tem à disposição uma grande variedade de golpes, que parecem mais condizentes com um jogo de luta como Street Fighter do que um game de mundo aberto.
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Embora o personagem comece a aventura com poucos recursos à sua disposição, novos movimentos podem ser adquiridos em diversos dojos, mediante a entrega de estátuas de Jade espalhadas pelos cenários. As opções de aprendizado são exibidas na forma de uma árvore de habilidades, em que determinados golpes são destravados mediante o desbloqueio prévio de outros. “Esse é o sistema de luta mais avançado de qualquer game de mundo aberto”, afirmou Dan Sochan, da United Front Games, ao site Destructoid.
Os combates não escondem o fato de que foram claramente inspirados no sistema consagrado por Batman: Arkham Asylum. O game usa um botão para atacar, um para desviar ou responder a golpes, e outro responsável por agarrar os adversários que insistem em se defender demais.
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Os inimigos tentam cercar Wei a cada oportunidade que surge, e um indicador em vermelho mostra quando um deles vai tentar fazer um movimento — hora perfeita para acionar a opção de contra-ataque. Caso o jogador faça isso de maneira incorreta, o protagonista invariavelmente vai sofrer alguma espécie de dano.
Apesar da suposta profundidade, o sistema de luta pareceu apelar muito para a repetição. Todas as situações mostradas na demonstração podem ser resolvidas exatamente da mesma maneira, e não há motivos para você variar de tática ou tentar um meio diferente de derrotar determinado tipo de inimigo.
Construa sua reputação no mundo do crime
Na missão disponível durante a E3, o protagonista do jogo deve ajudar um membro de Tríade a roubar o carregamento de uma gangue rival. Enquanto seu companheiro carrega os itens em um carro, cabe a você acabar com qualquer inimigo que tente impedi-lo.
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Assim que essa etapa é concluída, surge um carro de polícia que começa a perseguir o protagonista. Nessa fase, você assume o controle do veículo, com o objetivo de chegar a salvo a um lugar considerado seguro.
Nessa hora, o controle se mostra muito semelhante ao de um jogo de corrida no estilo arcade, o que torna muito fácil fazer curvas e desviar de obstáculos. Os botões de ombro adquirem um papel importante nessa situação, permitindo que você se jogue sobre os automóveis adversários, fazendo com que os motoristas inimigos percam o controle e parem de persegui-lo.
Resultado incerto
Finalizada a missão, o protagonista ganha pontos que podem ser convertidos em um melhor relacionamento com a polícia ou com o mundo do crime. Além disso, quesitos como energia e reputação também precisam ser evoluídos para que você consiga sobreviver aos desafios apresentados pelo título.
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Embora não fosse possível explorar todos os aspectos do game durante a E3, certos aspectos negativos chamaram nossa atenção. Além de apresentar gráficos “plastificados”, a narrativa do jogo parece não ser muito bem explorada, apresentando cenas com diálogos relativamente fracos e que pouco ajudam a colocar o jogador no clima da aventura.
No estado atual, fica difícil dizer o real potencial de Sleeping Dogs. Resta esperar pelo lançamento do game, programado para chegar no dia 17 de agosto ao Xbox 360, PlayStation 3 E PC para fazer um julgamento final. Pelo que vimos até o momento, a aposta da United Front Games ou vai dar muito certo ou vai ficar marcada somente como uma diversão passageira e descartável.

Coluna: uma franquia, vários consoles... E agora?



Todo mundo sabe que as franquias são as principais armas das fabricantes de consoles. Acima do potencial gráfico ou das funções de entretenimento disponíveis, são os games que levam o jogador a escolher entre uma plataforma e outra, de acordo com o seu gosto pessoal por gênero ou por uma série específica.
Eu, assim como muitos outros por aí, não tenho preferências por um console em específico. Tenho, sim, amor por uma série em particular, Resident Evil, uma das franquias que mais foi pulverizada em diversas plataformas ao longo dos últimos dez anos. Sendo assim, eventualmente me deparo com um dilema constante na vida de praticamente qualquer fã de uma saga: o que fazer quando sua franquia favorita tem jogos lançados em diversas plataformas?
Esse problema não é exclusividade de quem gosta da série da Capcom. Fãs de Assassin's Creed, Kingdom Hearts e Metal Gear, apenas para citar alguns exemplos, também sofrem com capítulos inéditos lançados para quase todos os consoles do mercado.
Por isso, e baseado na minha experiência pessoal, compilei uma lista com quatro dicas básicas para quem faz questão de jogar todos os títulos de sua franquia favorita. Use-as com cautela e de acordo com a intensidade de seu fanatismo.

jogos 3D, essa "moda" realmente pegou?

Há alguns anos, a NVIDIA lançou a tecnologia 3D Vision prometendo jogos incrivelmente revolucionários. Em seguida, a AMD disponibilizou uma equivalente de qualidade: a HD3D. Depois, a Sony atualizou o PlayStation 3 com um recurso 3D. O Xbox 360 foi o último a entrar na onda, mas não deixou de aderir à moda.
Fonte: Divulgação/AMD
Pois é, você já deve ter visto alguns games trazerem o selo de compatibilidade com tecnologia tridimensional, mas, devo perguntar: já experimentou algum? Trazer os jogos para fora da tela é uma ideia sensacional, mas será que a moda pegou? Vale investir em algo utilizado em poucos games?
O investimento é válido?
A tecnologia 3D invadiu diversos setores. Hollywood fez grandes apostas com versões tridimensionais de inúmeros filmes. “Avatar” foi o pontapé inicial e de lá para cá muitos títulos chegaram com cópias 2D e 3D. O resultado nem sempre é agradável, mas o público parece gostar do tridimensional.
A Nintendo também aproveitou a onda e lançou um console focado no recurso. A maioria dos atuais games para 3DS já traz a possibilidade de uso do recurso. Hoje, existem até smartphones com recursos tridimensionais. Essas novidades vêm para oferecer novas experiências, porém elas custam muito mais caro.
Seria bom se a imagem fosse assim... - Fonte: Divulgação/Samsung
No caso dos jogos para PC e consoles, os títulos não encarecem por trazerem tal recurso. Entretanto, existe um problema muito maior: a televisão, o home theater e os óculos devem ser compatíveis. Isso significa que você vai precisar gastar uma grana para trocar tudo. Investir tanto para obter uma pequena quantidade de jogos já não parece ser uma ideia tão boa.
A experiência com o 3D
Quando apareceram os primeiros games 3D para PC, tive a oportunidade de experimentar Batman: Arkham Asylum. A experiência não foi estrondosa, apesar de pequenas diferenças em algumas cenas serem notáveis. Minha primeira impressão? A versão 3D do jogo não foi muito boa e a tecnologia não seria um grande sucesso.
Claro, não vou generalizar e dizer que todos os games têm pouco a oferecer. Eu mesmo já testei jogos que ganharam uma nova dimensão com a versão tridimensional. Trine 2 é um que me fascinou com a tecnologia 3D. Mas existe um motivo para que determinados títulos sejam diferentes: eles são projetados para aproveitar o recurso.

Em Trine 2, por exemplo, o plano mais próximo da tela é recheado de elementos animados — muitos inimigos invadem o cenário a partir deste local — e ele ajuda a dar a sensação de profundidade. Além disso, o jogo aproveita cores vívidas para que o efeito tridimensional ganhe força, visto que geralmente os óculos tendem a deixar o visual mais escuro.
Ratchet & Clank: All 4 One é outro jogo que aproveita de forma inteligente o tridimensional. Não estou dizendo que você vai viver a experiência mais impressionante de sua vida, mas o jogo consegue oferecer uma nova dimensão quando o recurso é utilizado.
Vale a pena?
As tecnologias já estão bem desenvolvidas, mas parece que não são exploradas da forma que deveriam. Resistance 3, Green Lantern: Rise of the Manhunters e Halo: Combat Evolved Anniversary são exemplos de jogos que trazem um tridimensional razoável.

Com resultados muito discretos, uma biblioteca bem restrita e ainda o alto custo dos equipamentos, fica difícil investir nesta tecnologia. Existem os filmes em Blu-ray 3D, mas é preciso considerar que alguns são as mesmas porcarias que você viu no cinema com qualidade 3D decepcionante. Enfim, às vezes vale perder um recurso, mas economizar dores de cabeça.

Jogadores de Ghost Recon: Future Soldier reclamam do mouse e das teclas WASD

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Alguns jogadores da versão de PC do título Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier estão se manifestando sobre problemas graves quanto à adaptação de seus mouses com o game. Ao que parece, o jogo simplesmente não reconhece alguns dispositivos e não há o que fazer para corrigir isso.
De acordo com postagens nos fóruns da Ubisoft e do Steam, outros gamers estão se queixando que também não conseguem utilizar as famosas teclas WASD — que servem para movimentar os personagens. E não para por aí. Há outras pessoas que estão relatando muitos defeitos visuais, como bugs e quedas bruscas do frame rate.
A desenvolvedora se manifestou no fórum oficial do game dizendo que está trabalhando arduamente para melhorar a experiência de jogabilidade. Ela também disse que todos os feedbacks serão aceitos e ouvidos. E quanto a arrumar os defeitos?

Fontes: Fóruns Ubi, Steam, VG24/7

terça-feira, 26 de junho de 2012

A Microsoft também fará o carro ganhador para um de seus jogos para o Xbox 360.


O N Jooy criado pelo Brasileiro Wesley Saikawa inspirado nos carros de formula 1.Os 10 finalistas para a Peugeot Design Contest 2007 . A Microsoft também fará o carro ganhador para um de seus jogos para o Xbox 360 .
Veja Galeria a baixo.

Allscape
                                                                                                                                          

The Cub

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Activision divulga duas imagens novas de Call of Duty: Black Ops 2

A Activision divulgou nesta segunda-feira (25 de maio) duas novas imagens em alta resolução de Call of Duty: Black Ops 2. Ambas fazem parte da turnê europeia de divulgação do jogo, que tem o objetivo de mostrar aos jogadores e à imprensa especializada todas as novidades do próximo título.
Tendo como cenário um futuro não muito distante, o game vai colocar o jogador no papel de um soldado envolvido em um conflito bélico entre os Estados Unidos e a China. O título está programado para chegar ao Xbox 360, PlayStation 3 e PC no dia 13 de novembro deste ano.

Fonte: charlie INTEL.com


domingo, 24 de junho de 2012

The Amazing Spider-Man

Será que o Homem-Aranha finalmente vai receber um título à altura?

Fervendo!
O próximo filme do Homem-Aranha deve chegar aos cinemas em julho: The Amazing Spider-Man deve marcar um reinício da franquia nas telonas. O game de mesmo nome, no entanto, chega já este mês às prateleiras.
A história do jogo se passa alguns dias após os eventos do filme. Segundo o produtor, Doug Heder, esse foi o título que mais recebeu recursos no desenvolvimento até hoje: seja tempo, pessoas ou dinheiro.
Jogos com super-heróis e franquias de filmes em geral são vistos com desconfiança pelo mercado. Isso porque muitos games do estilo serviram para deixar os jogadores com má impressão. Um exemplo disso são os dois últimos jogos do Homem-Aranha, Spider-Man: Edge of Time e Spider-Man: Shattered Dimensions, que receberam notas medianas em nossas análises.
Os dois últimos games do Homem-Morcego — Batman: Arkham Asylum e Batman: Arkham City — ensinaram às produtoras como se faz um bom título baseado em HQs, e parece que o Homem-Aranha aprendeu alguns truques com o Cavaleiro das Trevas.
O “Amazing” está de volta
O título exibido na E3 2012 é para as versões do PS3 e Xbox 360 e chega ao mercado ainda este mês. Todos que acompanharam a demonstração do game na feira tiveram uma grata surpresa ao ver que a Beenox (a produtora do jogo) teve um cuidado especial com os detalhes: uma das principais características do Homem-Aranha sempre foi o “balanço” entre os edifícios de Nova York. Depois de muita pesquisa, surgiu o sistema Web Rush, em que você pode controlar o herói livremente entre os saltos.
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Ao pressionar o botão da função Web Rush, surgem pontos nos prédios mostrando onde você pode prender a teia. Caso você mude de ideia e decida partir para outro caminho no meio do salto, tudo bem. Basta mirar para outra direção e disparar; nesse momento, a velocidade do jogo diminui, dando tempo para você mirar e preparar o seu próximo salto com precisão.
A câmera posicionada nas costas do Spider consegue passar a sensação de velocidade e vertigem na hora dos saltos, e a retratação fiel da cidade de Nova York ajuda a reproduzir a adrenalina no estilo cinematográfico que o título merece.
My Spider Sense is tingling!
O famoso Sentido Aranha (o sensor de perigo que permite ao herói se antecipar aos movimentos dos inimigos) tem um papel fundamental na aventura, principalmente durante as lutas. O herói, ao perceber que está prestes a ser atacado, mostra um aviso e você tem tempo de contra-atacar.
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A ação, inclusive, é dinâmica o tempo todo. Os golpes emendam uns nos outros de forma suave e rápida. É possível disparar teias para paralisar os inimigos, puxá-los para perto ou golpear. Esses movimentos não são limitados por cartuchos de teias, ou seja, não têm limite, permitindo que os combates sejam mais livres.
Ataques-surpresa também estão presentes: caso você queira surpreender algum bandido, pode se pendurar em um ponto mais alto e surpreender o meliante desprevenido. Alguns inimigos, como drones voadores, exigem que o Aranha os persiga pela cidade e pule sobre eles para destrui-los.
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Descobrindo os mistérios da ilha de Manhattan
Similar a outros games de aventura, em The Amazing Spider-Man você pode completar uma infinidade de missões paralelas à história principal. Para ter acesso a essas tarefas, o Aranha usa um smartphone, que também serve como sistema de navegação. Por toda a ilha de Manhattan existem item secretos para serem descobertos e coletados.
Apesar da história do game ser uma sequência do filme, os atores não participaram das dublagens dos personagens. Isso não chega a ser um problema, já que, pelo que foi visto até agora, o sistema de som foi muito bem produzido e as vozes cumprem bem o seu papel.
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The Amazing Spider-Man tem tudo para ser um título incrível e finalmente dar ao Homem-Aranha um jogo à sua altura, com ótimos gráficos, muita adrenalina e, acima de tudo, diversão. A responsabilidade é grande, afinal de contas, agradar aos fãs do herói e também aos jogadores não vai ser tarefa fácil.
Agora, só nos resta esperar para conferir o título e torcer para que toda essa expectativa gerada em torno dele se concretize e que este jogo, ao lado de Batman, entre para o rol de games de heróis com qualidade e que não se aproveitam apenas do nome para lucrar.