A expectativa sobre a nova geração de consoles deixou todos atentos até aos mínimos movimentos das companhias Nintendo, Microsoft e Sony. Esta última, por exemplo, criou alguns rumores depois de ter registrado vários domínios neste mês.
Entre os domínios cadastrados estão “console-war.net”, “theconsolewar-movie.net” e “console-warsmovie.com”. No total, foram 18 registros que traziam o nome “Console War”. Alguns acreditam que tal nomenclatura poderia ser referente a um filme ou mesmo um vídeo de marketing para promover o Playstation 4.
As suspeitas também apontam que o que está sendo preparado será muito mais do que um simples vídeo, já que todos os nomes foram registrados pela Sony Pictures Entertainment (unidade de produção e distribuição de filmes e programas) e não pela Sony Computer Entertainment (a empresa de video games).
A Sony não comentou oficialmente sobre os domínios. O PlayStation 4 — juntamente com o Xbox 720 — é esperado para o próximo ano.
Novas imagens aumentam a expectativa pelo sucessor de GTA IV
São Paulo - A produtora Rockstar divulgou mais um pacote com três screenshots de Grand Theft Auto V em seu site oficial - desta vez, classificadas como "lazer".
São imagens que, novamente, não dizem muito sobre o jogo, funcionando mais como teasers. É possível ver pessoas usando motos, sobrevoando em um paraglider e jogando tênis.
Elas surgem dois dias após do primeiro trio de imagens, rotulados como "transporte", que traziam uma bicicleta, um caça e um carro esportivo.
GTA V ainda não tem data de lançamento, mas é um dos títulos mais aguardados da atualidade. Seu antecessor (GTA IV) conseguiu nota máxima em diversos sites e publicações do segmento, como 1UP, Edge, Eurogamer, Game Informer, GameSpot e IGN.
O game que envolve roubo de carros e outros tipos de delito também emplacou notas altas em quase todas outras publicações do gênero, sendo um dos jogos mais aclamados pela crítica na história dos games.
Confira a seguir as três fotos que foram postadas hoje sob o título de "Lazer":
O interesse da Microsoft no OnLive, serviço no qual os jogos são sincronizados, renderizados, guardados em um servidor remoto e enviados para o jogador via internet, é antigo. Desde o ano passado, já existiam boatos de uma parceria entre as duas empresas.
Quando a OnLive declarou falência, a proximidade entre ela e a Microsoft se estreitou, embora o serviço tenha sido adquirido pelo grupo Lauder Partners. Agora, a empresa de Redmond está abrindo vagas de emprego, nas suas sedes de Redmond e de Mountain View, para quem deseja participar do desenvolvimento do que ela está chamando de “futuro do entretenimento”.
Segundo convite público oficial divulgado pelo site Eventbrite, hoje pela manhã, a Microsoft está realizando um evento no seu campus do Vale do Silício para reunir profissionais que estejam dispostos a fazer parte do grupo de programadores, designers e outros profissionais da área que estará engajado em desenvolver sistemas inovadores no âmbito de entretenimento online.
A empresa não escondeu que procura por possíveis ex-colaboradores do OnLive. “Estamos ansiosos para falar com as pessoas e equipes afetadas pela transição OnLive”, informa a notificação publicada.
Assim, ficam claros os planos da empresa de Redmond em criar uma plataforma similar de jogos por demanda que se integre ao Xbox 360. Os participantes da reunião poderão desfrutar de comidas e bebidas, além de concorrer a um Kinect.
Clique aqui para baixar o cliente de acesso ao OnLive. Para saber o que nós achamos desse serviço revolucionário, não deixe de conferir nossa análise com vídeo.
A Activision revelou hoje que Call of Duty: Black Ops 2 será o primeiro título da franquia a contar com dublagens em português. O lançamento também será simultâneo: o jogo chegará às lojas do Brasil em 13 de novembro, mesma data de chegada às lojas dos Estados Unidos. O preço foi fixado em R$ 199,90.
A pré-venda de Call of Duty: Black Ops 2 no Brasil também dá direito a uma série de brindes. Além do mapa Nuketown 2025, que também faz parte do pacote lá fora, os jogadores brasileiros ganharão uma dogtag e um pôster dupla face. A oferta vale até o dia 12 de novembro.
A Electronic Arts e a DICE revelaram hoje o calendário de lançamentos de Battlefield 3: Armored Kill, próximo DLC do FPS que é focado em combates veiculares em cenários gigantescos. Como sempre, assinantes do serviço Battlefield Premium no PlayStation 3 terão acesso antecipado ao conteúdo.
Confira a agenda de datas e saiba exatamente quando você poderá colocar suas mãos na novidade:
4 de setembro: assinantes Premium no PlayStation 3;
11 de setembro: assinantes Premium do PC e Xbox 360;
18 de setembro: todos os outros donos de PlayStation 3;
25 de setembro: o restante dos jogadores de Xbox 360 e PC.
Armored Kill traz cinco novos veículos e 20 extras para as máquinas de guerra, bem como um mapa inédito, chamado Death Valley.
A geração atual de video games já está quase no fim. A Nintendo foi a primeira a anunciar o novo console, que deve chegar ainda este ano ao mercado. Sony e Microsoft ainda não fizeram anúncios oficiais a respeito, mas diversas informações extraoficiais surgiram na mídia, como um documento que mostra o suposto Xbox 720. Segundo dados encontrados no texto, o novo aparelho da Microsoft será até seis vezes mais potente que o atual.
Mas até que ponto os gráficos dos games podem evoluir? Recentemente, algumas produtoras divulgaram seus novos motores gráficos, os mesmos que devem estar presentes na próxima geração. A Square Enix trouxe a Luminous Engine; a Epic Games não deixou por menos e mostrou todo o poder da Unreal Engine 4, que, por sua vez, não impressionou a Crytek, que já trabalha na próxima geração da CryEngine3. O motor gráfico que vai alimentar Crysis 3 apresenta tantos efeitos novos que é difícil acreditar na perfeição dos detalhes.
Crytek: a próxima geração já começou
Recentemente, o fundador e CEO da Crytek, Cevat Yerli, disso em uma entrevista o que devemos esperar da nova geração. Segundo Yerli, no ano passado a empresa reuniu as melhores especificações possíveis encontradas nos PCs e determinou que aquele ponto seria a base para o desenvolvimento das novas plataformas. A partir disso, a Crytek estabeleceu que Crysis 3 será o benchmark da nova geração.
A próxima versão da CryEngine deve introduzir muitos efeitos nos games, como sombras e névoas volumétricas, efeitos de luz HDR dinâmicos muito mais precisos, iluminação geométrica e um número ilimitado de partículas.
Os novos recursos gráficos: Tessellation
Um dos recursos mais interessantes trazidos pelos novos motores gráficos já é conhecido dos profissionais de computação gráfica. O Tessellation veio junto com o DirectX 11 para inaugurar uma nova era na animação tridimensional.
Mas como funciona esse efeito e por que ele pode melhorar a definição dos gráficos? Dentro dos games, a maioria dos itens é construída por polígonos, ou seja, são milhares de quadrados e triângulos posicionados lado a lado para formar os objetos que vemos na tela. Para ampliar os detalhes, é preciso aumentar o número de polígonos.
O que o Tessellation faz é quebrar cada um desses quadrados em centenas ou até milhares de pequenos triângulos, suavizando as formas e deixando os objetos com uma definição muito melhor.
Depois de construir os itens com polígonos, é preciso aplicar texturas sobre eles. Através disso, é possível criar composições muito detalhadas.
Existe uma espécie de textura chamada Displacement Map. Essa ferramenta contém informações de profundidade embutidas no seu código, podendo reproduzir efeitos de volume na superfície das construções. Logo, os artistas gráficos podem aplicar o efeito Tessellation nos objetos e, por cima, o Displacement Map, garantindo efeitos especiais incríveis.
Um motor gráfico revolucionário. Seria essa a grande mudança?
Há algum tempo, uma empresa australiana fez um tremendo barulho na comunidade gamer. A desenvolvedora Euclideon publicou um vídeo demonstrando o seu novo motor gráfico. A Unlimited Detail promete justamente isto: detalhes e objetos ilimitados na tela, sem sobrecarregar a GPU.
O vídeo realmente apresenta efeitos incríveis, mas a empresa não revelou os seus segredos. Quem conhece o mínimo de computadores sabe que efeitos ilimitados são impossíveis, a não ser que tenhamos capacidade computacional ilimitada. Segundo a Euclideon, é preciso quebrar esse paradigma e enxergar a engine da empresa com outros olhos, já que ela é diferente de tudo o que foi feito antes.
Apesar de ter chamado atenção quando surgiu, até agora não se ouviram maiores informações da empresa e nem de seu software miraculoso. Isso pode comprovar o que muitos pensaram na época: era uma grande farsa.
No entanto, isso nos abre uma importante questão: será que não está na hora de realmente quebrar os paradigmas e reinventar as plataformas? Afinal de contas, tudo o que temos hoje é resultado de uma evolução. Nenhum grande recurso novo foi criado nos últimos anos. Os gráficos apenas seguem o padrão: mais polígonos cobertos por novos filtros de efeitos especiais.
O caminho da evolução. Até onde podemos ir?
Os novos efeitos especiais já atingiram um nível impressionante, e a capacidade cada vez maior dos chips gráficos já proporciona confusão em alguns momentos. Se colocarmos um dos carros presentes nos games Forza Motorsport ou Gran Turismo ao lado de um veículo real, à primeira vista fica difícil distinguir a realidade da ficção, tamanho é o nível de detalhes.
O problema é que temos um limite para essa evolução gráfica e o máximo a que poderemos chegar é a realidade. Nós já estamos muito perto de conseguir reproduzir nosso mundo dentro dos games e o mais impressionante é que essa evolução aconteceu em apenas cerca de 30 anos.
Desde Pong até Crysis 3, passou-se muito pouco tempo e essa evolução cresce em progressão geométrica. É difícil imaginar que levaremos mais 30 anos até atingir a perfeição completa nos gráficos, pois tudo indica que isso poderá acontecer muito antes do que imaginamos.
Realidade virtual: a próxima revolução
Segundo o criador de Doom, John Carmack, somente melhorar os gráficos já não chama mais a atenção como antes e é um erro acreditar que somente efeitos visuais podem justificar a adoção de novos sistemas. Quem demonstrou isso com eficiência foi o Wii, que chegou ao mercado exibindo gráficos ultrapassados, mas conseguiu mudar a forma como as pessoas interagiam com os games.
Segundo Carmack, um recurso interessante foram os televisores 3D, que chegaram para aumentar a imersão dentro dos jogos sem necessariamente melhorar os efeitos gráficos. O programador da id Software garante que ainda há muito a ser feito para melhorar a experiência dos jogadores. Para ele, a realidade virtual ainda não foi explorada com seriedade.
Em meados da década de 1990, o mundo foi invadido por uma onda de realidade virtual. Revistas, desenhos animados, filmes e arcades tentaram embarcar na tendência, oferecendo aos jogadores experiências fantásticas no mundo das realidades alternativas.
A Nintendo entrou nessa moda lançando o Virtual Boy. O console da empresa não fez sucesso, por motivos que hoje nos parecem mais do que óbvios, mas na época nem tanto. Talvez a falta de tecnologia necessária tenha sido o maior empecilho para o sucesso do produto.
John Carmack acredita que hoje em dia nós já temos tecnologia suficiente para não repetir os erros do passado e trazer a realidade virtual para o mundo dos games. O programador sempre foi um entusiasta da tecnologia e recentemente investiu o seu dinheiro em uma empresa startup que possui um interessante projeto nesse ramo.
E você? Acredita que em breve poderemos ter games com gráficos indistinguíveis da realidade? E depois disso, qual vai ser o próximo passo da indústria? Deixe seu comentário.
A Capcom revelou hoje que Resident Evil 6 chegou ao final de seu ciclo de desenvolvimento e parte agora para o processo de produção de discos, impressão de encartes e distribuição para as lojas. O chamado “estágio Gold”, porém, não necessariamente indica que a desenvolvedora parte para outro projeto, pois sempre existe a produção de DLCs ou correções necessárias até o lançamento.
O sexto jogo da franquia de horror chega ao mercado no dia 2 de outubro de 2012 para Xbox 360 e PlayStation 3. Resident Evil 6 também está previsto para PCs, em data ainda não confirmada.